Pesquisadora da UFRJ dedica quase três décadas de pesquisa à polilaminina, molécula capaz de reverter lesões medulares e que recebeu sinal verde da An…

Tatiana Sampaio está à frente da pesquisa com a polilaminina, molécula que reacendeu a esperança de pessoas com lesões na medula
Abióloga Tatiana Sampaio conquistou a atenção do Brasil todo com a descoberta da polilaminina, versão recriada em laboratório da da laminina, proteína produzida naturalmente pelo corpo e que ajuda os neurônios a se conectarem. Desenvolvida pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) a partir da placenta humana, a molécula reacendeu a esperança de vítimas de lesões na medula, até então opções terapêuticas capazes de reverter o dano.
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